Jorge Ferreira da Fonseca, o Jorginho, fala com propriedade sobre os problemas de Chicão no Corinthians. Orgulhoso por ter estimulado o zagueiro a se profissionalizar no Mogi Mirim, há quase duas décadas, o treinador do modesto América de Estiva Gerbi acompanhou atentamente toda a carreira do seu pupilo - desde o período de dificuldades financeiras no interior paulista à fama na capital.
O estrelato de Chicão no Corinthians sofreu um abalo recentemente. O antigo capitão foi sacado da equipe titular do técnico Tite no último clássico contra o São Paulo e, ao saber da decisão, pediu dispensa da partida quando já estava na concentração. A partir de então, o castigo: ele só voltou a ser relacionado para um jogo nesta semana, contra o Botafogo, no Pacaembu.
"Olhando de fora, vejo que o Chicão se precipitou nessa história. Apesar de falar pouco, ele acabou se envolvendo nessas polêmicas. Você precisa sempre respeitar os desejos do seu técnico, da direção. Com uma faixa de capitão, então, é importante dar exemplo", ensinou Jorginho. "Às vezes, quando um time passa por um momento difícil, acaba sobrando para alguém. Mas o Chicão foi egoísta ao abandonar os companheiros", criticou o profissional de 55 anos.
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