A liberação do lateral-direito Patrick, do Náutico, em dezembro, ainda na gestão de Maurício Cardoso, não agradou a alguns membros da nova diretoria de futebol do Náutico. O jogador tinha contrato até o fim do Campeonato Pernambucano e abriu mão de um salário atrasado que tinha a receber, para poder ir para qualquer time.
Justificada como sendo "boa para o jogador e boa para o clube", pelo então diretor Hélio Monteiro, a decisão não foi considerada boa porque o jogador é visto como um dos destaques do time na Série A em 2009, a dívida que se tinha para com ele era irrisória e seu salário era baixo, totalmente dentro da realidade financeira do clube em 2010. O custo-benefício era bom, mesmo com os problemas que se falava que o jogador tinha no extracampo.
Vale lembrar que Marcílio Salles, que seria o diretor de futebol caso Francisco Dacal não tivesse desistido da candidatura, também disse não ter entendido a decisão dos diretores que já estavam saindo do Náutico. "Não se justifica a atual diretoria perder um jogador que tinha contrato com o clube até abril", afirmou à época.
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