Rafael Brasileiro - Diario de Pernambuco
A sequência de jogos do Náutico preocupa a todos. Torcida, elenco,
comissão técnica e diretoria. O duelo com o Atlético-MG, atual campeão
da Taça Libertadores, que não atravessa boa fase, parece ser a
oportunidade perfeita de fazer as pazes com a vitória e voltar a
respirar na Série A. Porém, os alvirrubros têm que prestar atenção em
outro aspecto da competição, que sempre teve influência na posição do
Timbu na tabela: o confronto com os adversários diretos pela fuga do
rebaixamento.
Os atuais 7 pontos na tabela lembram a situação do
Náutico no início da Série A de 2007. Naquele ano, o Timbu também
amargava a lanterna da competição e somava apenas 6 pontos. A diferença
fica no aproveitamento contra os adversários diretos pela fuga do
retorno à Série B. O Alvirrubro sempre teve bons desempenhos. Na
primeira participação na Série A com o formato de pontos corridos e com
20 clubes, o Náutico somou 27 pontos contra os “intermediários”. Porém,
neste ano a situação se inverte.
Em cinco jogos contra clubes
que, teoricamente, buscam a manutenção na Série A, apenas uma ponto foi
somado. Três destes jogos foram nos Aflitos, antigo caldeirão. Restam
confrontos contra Criciúma (fora), Bahia (fora) e Atlético-PR (casa)
para tentar a reabilitação contra os adversários diretos.
A atual
marca é um recorde negativo, já que a pior soma de pontos do Timbu em
jogos contra estes times foi 4 pontos no primeiro turno 2008. Na
ocasião, a única vitória alvirrubra foi diante do Goiás dentro de casa. O
ano de 2008 também foi o ano em que o Náutico menos precisou dos pontos
destes confrontos. Resta ao alvirrubro torcer que em 2013 os confrontos
contra os grandes clubes sejam os responsáveis pela reabilitação timbu.
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